Blog do Ribeirão

Informativo e documental sobre as mazelas e maravilhas do Ribeirão

Satélite abril 24, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 7:55 pm

Ribeirão-out-07Temos uma foto do google e o registro de cada um dos pontos críticos que precisamos que sejam consertados. De acordo com a prefeitura talvez dependamos de um benemérito, porque do município parece que não teremos solução, já que não possuem verba para garantir que passemos em segurança por aquela que é uma via pública.

A foto é de outubro de 2007, quando a  prefeitura acabara de realizar a obra que conteve o deslizamento das chuvas de janeiro de 2007. As chuvas que fizeram o resto todo cair, em fevereiro de 2008 ainda não haviam ocorrido, portanto, serve como referência geográfica.

Assim que o satélite atualizar as fotos, poderemos comparar a evolução dos desmoronamentos em cascata que podem acabar por interditar nossa estrada.

A legenda está organizada em ordem de chegada, de quem sobe a estrada e não em ordem cronológica:

D1- na curva da subida da estrada do Ribeirão, que dá a acesso às ruas A, B, , etc.
D2-na saída alternativa que vem por trás da antiga fábrica de cloro- onde aparece uma floresta densa hoje há um paredão de barro vertical
D3 -desmoronamento que levou 50% da pista junto, até o leito do rio que fica dezenas de metros abaixo. Logo antes do portão branco.
D4-idem ao D3, só que fica logo depois do portão branco
D5- contenção feita pela prefeitura em 2007. A manta de concreto feita acompanhando a topografia do terreno está completamente descalçada, pois a sustentação sob ela desmoronou, quer dizer, a obra tem em sua base uma cratera
D6-este é o deslizmaneto-mãe, ocorreu pela primeira vez ha 13 anos, depois aumentou em 2003,  e aumentou mais ainda em fevereiro de 2008, mas nada é feito, a não ser as muretas que vão sendo construidas paralelamente umas às oputras e cada vez mais estreitando a rua.
D7- este ocorreu na propriedade de um morador. Seu terreno cedeu sobre a obra D6. A casa que pode ser vista no D7 hoje está prestes a cair sobre a rua onde a prefeitura fez a obra (D6)

 

Mais uma vez, agora a enchente da goiaba março 14, 2008

Filed under: ocorrências,solicitações — ribeiraogrande @ 5:35 pm

Ontem caiu uma chuva daquelas, bem parecida com a do carnaval. Foram muitas horas de muita água e muitos raios na Estrada do Ribeirão, e na serra toda, é claro.

Hoje de manhã, a triste constatação de que nossa preocupação, nossas solicitações não são infundadas. O enorme desmoronamento que ocorreu ano passado próximo ao portão foi absolutamente ignorado pela prefeitura, apesar de sua cara sinsitra, da altura descomunal, de ser em uma curva, etc.

Pedimos sempre que uma engenharia, uma geotécnica fizesse uma avaliação séria da estrada que está literalmente caindo aos pedaços a cada chuva e, mais uma vez, é a nossa única alternativa para chegarmos em casa e, mais uma vez, outra vez, a via é pública e tem que ser mantida pela prefeitura.

O calçamento da rua exatamente em frente ao desmoronamento acima do portão do qual acabo de falar, hoje estava toda inchada, com fendas enormes, profundas. Se a gente bate o pé com força, o “asfalto” cai no buraco que existe sob uma espécie de capa oca. Quer dizer, a Rua está oca, desmoronando na continuidade do desmoronamento vertiginoso. Por ali passam carros, pessoas, crianças todos os dias, dia e noite, apertados, uma vez que metade da pista já foi abaixo.

Fico imaginando que tipo de solicitação resultará em uma providência imediata e séria. Como já ouvi em algumas solicitações à defesa civil, eles perguntam se há vítimas e como a resposta até hoje, felizmente, sempre foi “não”, ficamos para depois. Será que é preciso que alguém se machuque para que sejamos atendidos?

Receberemos uma visita agendada com a defesa civil na segunda-feira. Mas hoje é sexta e, enquanto isso chove, a estrada está caindo e não temos nem mesmo a orientação de alguém que nos diga se e como devemos passar por ali.

Um dos desmoronamentos desse carnaval, logo abaixo do portão, a cem metros do que falo acima, apareceu hoje sem o revestimento de barro. Toda a terra que estava ali, desceu o precipício, enchendo o rio lá embaixo e rochas pontudas apareceram em seu lugar, dando ao local um visual quase pitoresco, “canions” que nem sabíamos que estavam ali. E é olhando pra eles, com medo que passamos rápido naquele trecho da estrada que tem todo o jeitão de que vai cair levando a estrada de cabo a rabo.

Tudo registrado aqui, na defesa civil e em meus chatos emails que envio ao secretário de obras que nunca respondeu, esperamos que enviem engenheiros para avaliarem seriamente que tipo de doença está acometendo a Estrada do Ribeirão que está se dissolvendo .

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Basta um pulo para o asfalto ceder

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O asfalto está oco. Debaixo do asfalto a terra está cedendo em direção ao desmoronamento anterior.

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O mesmo trecho no dia em que desmoronou com terra aparecendo sob o asfalto. Hoje a terra toda foi lavada e só vemos pedras.

 

Aguardando… março 14, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 5:17 pm

Depois do trabalho de uns quatro dias ali nas redondezas da estrada do Ribeirão, as ruas ficaram muito mais limpas, as barreiras foram retiradas, mas alguns morros com folhas e terra foram deixados em vários locais da estarad com cara de que estariam à espera de um caminhão que os retirasse, mas nunca mais apareceram e os morros já se distrubuíram ao longo das canaletas que desapareceram mais uma vez. Quer dizer, o pessoal foi lá, varreu varreu, fez os morrinhos e, como ninguém terminou o serviço, o trabalho de varreção foi perdido.

 

Dado arqueológico fevereiro 22, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 9:25 pm

Aqui uma foto do primeiro deslizamento de todos, o deslizamento-mãe. Este ocorreu há 14 anos quando então foi construída a primeira mureta de COMDEP de que se tem notícia. Ela estreitou um pouco a curva, e a contenção nao foi feita nem o reparo na pista. 10 anos depois houve outro deslizamento no mesmo lugar. A COMDEP fez então outra mureta. 3 anos depois bem no fim da mureta aconteceu o outro deslizamento da rua B, aquele mais famoso que foi consertado. Ele começou exatemente onde terminava a mureta do primeiro deslizamento.

Ha um mês, antes da chuva do dia 2 de fevereiro, houve mais um deslizamento logo abaixo na mesma direção do primeiro deslizamento da Rua B. Hoje o deslizamento número um está gigantesco e vai lá de cima até o rio que fica centenas de metros morro abaixo e é solenemente ignorado por todos que ali fazem vistorias etc. Ele está cada vez maior, mais comprido, mais profundo, mas ninguém liga pra ele. Só nós que moramos lá.

Dá para apreciá-lo lá debaixo, da rua D, uma enorme faixa cor de barro, que corta o morro de cima abaixo.

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Rua D fevereiro 22, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 9:13 pm

Pois é, a Estrada do Ribeirão não é feita apenas de rua A e B, também tem a rua C e a D! E a rua de entrada que sobe o morro é a Rua D que desmoronou feio, está toda exposta, caiu sobre o muro da frente e virou meia pista com direito a vista para a rua debaixo bem pertinho da janela do carro. Continua ali com todo aquele barro solto, as placas de concreto que desceram da pista desmoronada. Rua D, o nosso cartão de visita.

ruad

 

Chuvas fevereiro 22, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 9:08 pm

Mais uma tarde de fortíssimas chuvas.

Aqui algumas fotos comparativas dos mesmos locais.

Rua B – aqui a comparação do mesmo trecho quando desmoronou em janeiro de 2007, depois de ter sido reconstituído pela perfeitura em 2007 e agora depois de ter sido coberto por outro desmoronamentoruab

Infelizmente abaixo da contenção feita ano passado, a encosta que estava gramada sofreu também e hoje tem uma enorme erosão.

ruab2

 

Defesa Civil fevereiro 21, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 11:58 am

Ontem pegamos o registro da ocorência na Defesa Civil.

A solicitação foi feita dia 04/02/2008. A emissão do laudo é de 07/02/2008. Número da ocorrência: 4625.

O único problema é que pedi que a Defesa Civil vistoriasse a rua inteira, porque desde o começo da subida a situação é grave. Na primeira curva de subida está a parte mais estreita da rua, onde o desmoronamento deslaçou a rua, derrubou o muro do vizinho em frente, na rua de baixo e impediu a passagem. Foi quando tivemos que deixar nossa casa com o carro estacionado na garagem, descer a pé 1Km e meio pela casa de um vizinho e sair através de uma ponte pela casa de outro vizinho, para então pegarmos uma carona.

O laudo marca a ocorrência como em uma área particular, onde houve o deslizamento sobre a única obra feita pela prefeitura ano passado e cita de passagem o desmoronamento próximo ao portão branco no meio da subida.
O que queremos é a vistoria na estrada que não é particular, mas sim a nosso única forma de chegar em casa e que é VIA PÚBLICA.

O risco, segundo o laudo, é imediato, assim como todas as outras ocorrências da Estrada que não foram citadas.

 

AS OCORRÊNCIAS TODAS fevereiro 20, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 2:49 pm

Em dezembro de 2002 houve um deslizamento bem grande no alto da Rua B, no final de uma subida próximo à uma curva grande à direita de quem sobre a rua. Ligamos para a Defesa Civil que lá esteve e confirmou a periculosidade do deslizamento. A prefeitura então enviou sua equipe de construção de muretas e…construiu uma mureta de desvio de água. O número do Laudo desta ocorrência é 6751, feito no ano de 2002. 5 anos e um mês atrás.
Imaginamos que depois da mureta fossem fazer algum tipo de contenção, mas nada aconteceu. A mureta está lá até hoje, o deslizamento também e vale dizer que havia uma mureta anterior, que foi construída há mais tempo, não morávamos no Ribeirão ainda, é uma construção antiga.

A mureta desvia as águas que poderiam aumentar a erosão sobre o deslizamento, mas ela também tem outro efeito. No dia 4 de janeiro de 2007, depois de 3 dias de chuvas nem tão fortes assim, mas insistentes, aconteceu um grande desmoronamento na mesma rua B, cerca de 80 metros abaixo do primeiro, justamente no final da mureta construída no deslizamento número um. A mureta termina sobre qualquer parte da estrada, não em uma canaleta de coleta de águas pluviais, nem numa boca de lobo, nem num bueiro, mas em qualquer lugar e ali mesmo começou o grande desmoronamento que descalçou metade da estrada da subida da Rua B da Estrada do Ribeirão.

Rua b 2007

Na mesma data (04/01/2007) um pouco mais abaixo, uma enorme clareira foi aberta mostrando uma paisagem antes desconhecida de quem passava pela estrada. Toda a vegetação despencou junto com uma encosta inteira, desvendando uma represa e uma queda d’água. Mais uma vez a encosta se descola da estrada, deixando-a sem suporte. A prefeitura não fez a mureta de contenção desta região, mas eu mesma fui até a SJL, loja de material de construção e enchi a mala de meu carro com blocos de concreto que tirei eu mesma da mala do carro. Contratamos um pedreiro local para fazer pelo menos uma mureta que protegesse a enorme curva da descida das águas que não sabem por onde devem passar.

Na parte baixa da Estrada do Ribeirão, nas ruas A,B,C… ocorreram vários deslizamentos, causando rachaduras em casas e a mudança de alguns moradores que, por sorte, nada sofreram, além do fato de terem suas casas quebradas e montanhas de terra e árvores que descem arrancadas obstruindo o fluxo das águas do Ribeirão que acaba por percorrer caminhos que ninguém conhece. Tememos sempre pelas conseqüências dos novos rumos tomados pelas águas desviadas do Ribeirão.

A prefeitura terminou por mandar engenheiros que fizeram levantamentos e orçamentos. Acabaram por escolher um dos vários pontos perigosos na Estrada do Ribeirão, na Rua B. A obra começou por volta de abril, imaginamos que consertariam os dois deslizamentos que distam menos de 100 metros um do outro, mas ficaram apenas em um. A obra parece ter sido muito bem feita. Além de fazerem a contenção da encosta desmoronada, a metade da estrada que havia caído junto foi reconstruída e uma mureta de proteção foi construída.

Nenhuma outra obra foi feita e nunca, desde março de 2007, repito, nunca mais ninguém apareceu em nenhum ponto da rua B para fazer qualquer tipo de limpeza, nem mesmo uma varredura simples.

Dia 01/03/2007 enviei um email ao Secretário de Obras, Sr Aldyr onde, entre outras coisas dizia:
Tambem, desde o período crítico, quando a Comdep fez uma limpeza geral na rua, nunca mais encontramos nenhum funcionário de limpeza regular em nossa rua. Pedimos então, também, que nos mantenham em seu calendário de limpeza regular, uma vez que pagamos regularmente todas as taxas e impostos que os moradores de outras localidades mais lembradas.”

Dia 11/09/2007 enviei mais um email ao Sr Secretário (nunca recebi resposta) onde dizia entre outras coisas:
“…Não só nós que moramos naquela parte da Estrada do ribeirão, mas toda a
comunidade que foi afetada pelos deslizamentos  em diversos pontos na
estrada, esperávamos que o outro deslizamento acima daquele na Rua B (cujo
desvio de águas provocou o deslizamento consertado) também fosse contido já
que é muito grande e cerca de 100 acima da obra feita; também esperávamos
que fosse contida a encosta onde fica a represa do Ribeirão que está muito
devassada e de onde praticamente toda a população que mora na parte baixa da
Rua se abastece de água. No caso de outro deslizamento naquela parte da
estrada haveria enormes prejuízos para todos os moradores ( eleitores) que
sentiram-se esquecidos uma vez que a placa da obra está na entrada da Rua,
onde eles moram.
O pessoal que mora na parte baixa da Rua que se mobilizou e pediu as obras à
prefeitura aguarda uma posição da prefeitura e da secretaria em relação às
providências preventivas para que na estação de chuvas que se aproxima não
tenhamos mais ninguém sem casa naquela região.
Desde o fim da obra não recebemos mais a visita da limpeza de ruas, apesar
de termos pedido diversas vezes. Há muitos galhos, árvores caídas e o lixo
que se aglomera e entope as canaletas e bueiros.
O que nós os moradores, tanto da parte de cima da estrada com da parte de
baixo, pedimos é que a limpeza das ruas seja feita antes que seja tarde, e
que a secretaria se manifeste sobre as obras que foram inclusive medidas por
técnicos e orçadas, porém não foram realizadas.
A encosta onde está a represa do ribeirão foi avaliada por um técnico que
consultamos como relativamente barata, podendo ser contida com uma manta
sintética e o plantio de cobertura, manta que custaria em torno de 8 reais o
metro quadrado.
Mais uma vez agradeço pelo conserto de um dos deslizamentos da Rua B e
aguardo sua resposta.”

Nunca recebi nenhuma resposta e, infelizmente, o que previ nos emails foi o que aconteceu. Os deslizamentos foram alargados, todas as canaletas e bueiros estavam lacrados com terra, saibro e galhos na época das chuvas e no dia 02/02/2008 os desmoronamentos aconteceram em série em toda a Estrada do Ribeirão.

18 dias depois dos desmoronamentos, nem um quilo da terra foi removido da estrada que está pela metade em diversos pontos da subida. A prefeitura compareceu ao local alguns dias após o ocorrido e construiu as muretas que parecem servir para desviar as águas das crateras abertas. A estrada hoje parece um labirinto com muretas que chegam em outras muretas que desviam sobre outras muretas e por aí vai. Os precipícios permanecem onde estão.

Dia 15/02/2008 enviei outro email ao Secretário, defesa civil, prefeito, etc. Não obtive resposta
Prezado Secretário de Obras
Pedimos que seja feito um esforço inicial no sentido de enviar máquinas e
caminhões para desobstruir as ruas da Estrada do Ribeirão (Itaipava) que
estão cheias de terra.
As águas que já não escoavam pelo entupimento dos ralos e canaletas agora
ficam empoçadas nas barreiras de lama e tememos pelo agravamento das
condições das vias públicas que são nossa única alternativa de chegar em
nossas casas.
Aguardamos alguma resposta
Obrigada”

Dia 18/02/2008 enviei mais um email. Não obtive resposta.
“Prezados,
Solicitamos o envio de máquinas e caminhões para retirarem toneladas de
terra e areia decorrentes dos desmoronamentos na Estrada do Ribeirão,
Itaipava.
Lembro que a via é pública, nossas casas não foram construídas ilegalmente,
pagamos nossas contas e sabemos de quem é a responsabilidade por manter
nossa única via de acesso às nossa residências: do município.
Quando a prefeitura vai começar a retirar a terra, para que possa então
fazer o levantamento dos problemas e os orçamentos para consertos da nossa
estrada em caráter definitivo e estrutural? Não bastam as muretas.
As conseqüências do esquecimento podem ser graves para todos nós.
Aguardamos repostas. Todos os emails e ligações à defesa civil estão
guardados e não obtivemos uma resposta aos emails desde o primeiro que
mandei em setembro de 2007.

Mais uma vez, aguardarei alguma consideração por parte daqueles que deveriam
zelar pela nossa segurança.
Obrigada”

 

ESTRADA DO RIBEIRÃO fevereiro 19, 2008

Filed under: ocorrências — ribeiraogrande @ 8:16 pm
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desmoronamentoEstamos inaugurando o Blog do Ribeirão para mantermos os amigos e moradores do lolcal informados e também para mantermos um canal de discussão e idéias que solucionem os problemas que temos com a manutenção de nossas vias públicas.Dia 2 de fevereiro tivemos aquelas fortes chuvas do carnaval, quando uma série de desmoronamentos castigou Itaipava, e a Estrada do Ribeirão está entre as localidades atingidas.

Desde a subida da estrada até o topo temos cerca de 6 pontos críticos, com desmoronamentos, descalçamento da estrada com perda de metade da pista em diversos pontos, um desmoronamento grande sobre uma obra realizada ano passado pela prefeitura, onde hoje há uma casa ameaçada de cair a qualquer momento.

Muitas tentativas já foram feitas por parte de moradores da região, mas pouco foi conseguido. Ano passado depois de mais um deslizamento gigante, entre outros, a prefeitura escolheu um deles, o mais grave, para reparar. Passada a temporada de chuvas, foram feitos os levantamentos topográficos e de engenharia e, em seguida uma equipe que fez uma obra de contenção da encosta e reconstrução da pista. Seria louvável, não fosse o fato de que outros pontos críticos foram deixados de lado, e a partir do término da obra nunca mais, em tempo algum houve sequer a visita de um funcionário da Comdep para manter a limpeza das canaletas e da rua, o que acaba causando o empoçamento das águas e a erosão em locais que fragilizam a estrada e, finalmente os desmoronamentos.

Para todos os moradores da Estrada do Ribeirão, o problema é sério, uma vez que a estrada é a única via (pública) de acesso às casas ali construídas, bem construídas, por sinal. As residências têm serviços prestados pela Ampla, temos e pagamos taxa de iluminação pública, temos nossos IPTUs arbitrados para cada uma de nossas casas, taxa de incêndio, coleta de lixo feita pela COMDEP, enfim, não estamos ali clandestinamente e exigimos que o Município cumpra com a sua parte analisando seriamente a doença que acomete hoje toda a Estrada de cima abaixo e proponha e execute as obras estruturais e definitivas que garantam nosso direito de ir e vir para nossas casas em segurança.

A partir de agora vamos em nosso Blog listar cada movimento feito no sentido de reparar a Estrada. A cada contato feito com a Secretaria de Obras, COMDEP, Prefeitura, Defesa Civil, vamos registrar aqui mesmo para que todos os interessados acompanhem a evolução das coisas.

 

Placa colocada pela prefeitura no início das obras em abril de 2007. A placa está bem na entrada da estrada, mas a obra fica lá no alto do morro.
placa prefeitura

A obra realizada pela prefeitura. Ficou bem feita mesmo. Pena que foi só essa. E sobre ela, hoje, menos de um ano depois da obra terminada, outro desmoronamento ocorreu exatamente sobre ela.

obra rua brua b

 

 

 
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